Contador do Blog

Faço aqui um pequeno balanço do blog, proporcionalmente, desde 24/06/2008, quando adicionei o serviço de contador no www.google.com/analytics

Total visitas: 81.195
Total páginas exibidas: 128.839

Média de visitas/dia: 169,55
Média de pág. exibidas/dia: 264,41


Agradeço a cada internauta que tem lido o conteudo desse blog, que tem uma média acima de 3 min. de tempo que o internauta passa em cada página exibida. Não é um blog com conteudo sensacionalista, de downloads de filmes, programas nem nada que tem o fim de dar ibope. Nunca foi intenção minha ter um blog famoso, com muitas acessos diários. E creio que o que destaca esse blog é o conteudo variado numa ótica sincera, original, séria, de qualidade; e não a de ficar dando Ctrl+C e Ctrl+V; mas a grande maioria de minha propria autoria e originalidade.

No último ano, os post (de 2009)explodiram no numero de acessos foram:
1. Manual de Nós e Amarras (2.926)
2. Base Dolar x Euro - Evolução Histórica (1.297)
3. Nona Sinfonia de Beethoven (1.192)
4. Versões e Traduções da Bíblia (315)
5. VBA - Excel: Excluindo Linhas (312)


Muito obrigado.
Sobretudo àqueles que ajudaram, mesmo sem eu pedir, na divulgação desse blog e de seu conteudo.

Outro dia; e, a Ciência

Outro dia, e mais outro, abismado fiquei ao perceber como alguns cientistas (teoricamente aqueles que muito estudaram e em universidades de ponta no Brasil) endeusam a “Ciência”.

Talvez por culpa do currículo da graduação, da filosofia dos professores, ou mesmo por aquela triste coisa de querer validar a área de pesquisa e trabalho; que muitas vezes se torna o ganha pão, o seu tempo, a sua vida; diante do risco (sempre presente) de tudo não passar de nada. Pois simplesmente a idéia pode deixar de existir, ser coisa do passado, diante das “Revoluções Cientificas”, a troca de paradigmas, segundo Kuhn.

USP, e lá vou eu totalmente empolgado, como se estivesse entrando no Terceiro Céu, onde teria acesso a tão maravilhosa ciência; aquela coisa tão objetiva, exata, perfeita, desenvolvido pelas pessoas mais incríveis do mundo, talvez aqueles que deveriam ocupar Olímpio e que certamente deveriam ter a mais incrível didático, equipamentos e êxito em ensinar; assim como um grande mestre de artes marciais. (...)

Do mundo virtual ao espiritual

Não é de minha perspectiva ficar copiando o que os outros já falaram, conteudo qual vemos em outros blogs e sites. Porém, aqui abro um caso particular, pois esse texto é simplesmente magnifico, digno das mais sinceras e profundas reflexões; pois de fato, ele nos provoca, e no final, a pergunta fica: "Como agir diante dessa provocação?"
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Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois modelos produz felicidade?"

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde". "Não", retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã..." "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: "Que pena, a Daniela não disse: "Tenho aula de meditação!"

Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!" Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais…

A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é ‘entretenimento’; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!" O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.

Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald’s…

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo um passeio socrático." Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz."


Frei Betto - Autor, em parceria com Luis Fernando Veríssimo e outros, de "O desafio ético" (Garamond), entre outros livros. Além de escritor, é também frei dominicano.

Texto: Frei Betto - enviado por e-mail pela servidora Suely Affiune
Imagem: www.ciudadredonda.org


ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte).


Fonte: Mania de Escrever

Como investir seu dinheiro no mercado financeiro

Não faz parte da cultura brasileira investir, mas aqui vai algumas dicas básicas e que fazem toda diferença para se investir em ações.

1. Montar um Diário
O diário de investimento é primordial para você acompanhar seu dinheiro, saber o que tem feito, erros e acertos; ao mesmo tempo controlando seus gastos com as taxas, imposto de renda; e tendo uma boa noção de como anda sua rentabilidade.

2. Montar uma Estratégia
O ideal é primeiro aprender um mínimo, o básico, sobre o mercado, entender seu comportamento. Bem, para se montar a estratégia primeiro você tem que ter um objetivo, por exemplo, conquistar 1 milhão em 10 anos. E então, você começa a ver o que é preciso para isso.

Vamos supor que você comece com 3mil e quer transformá-lo em 1 milhão em 10 anos. Logo, quanto seu dinheiro deve render por ano para isso?

Uma simples formulinha de juros e temos o seguinte:



Ou seja, você precisa fazer seu dinheiro render 78,7% ao ano para se chegar a 1 milhão em 10 anos. Bem, se você considerar que há em torno de 265 dias úteis no ano e 12 meses.


Ou seja, um modo simples, seria fazer uma estratégia para se obter uma rentabilidade diária de 0,22% ou mensal de 4,96%; ambas são bem possíveis.

3. Estipular o Stop Loss
Contudo, suponha que você já teve 3% de lucro no mês, e de repente, um papel cai 2%; você não consegue alcançar seu target. Para se proteger dessas realizações, e para se manter sempre próximo a sua rentabilidade você deve usar o “Stop Loss”; no qual a idéia é bem simples: “se o papel cair até y então vende a y-r.”

Ou seja, suponha que você comprou o papel AAAA9 a R$ 10,00.
E você estipulou o seu Stop Loss em y = R$ 9,80, ou seja, se o papel cair até esse valor, então dê uma orgem y – r = 9,77, para tentar garantir que seja vendido. Nesse modo de proteção, você se protege de uma perca acima de 2,3%.

Contudo, esse Stop Loss você tem que desenvolver seu modo, de acordo com a sua estratégia, de estipulá-lo. Isso é muito importante, visto que em geral, os investidores, fundos sempre programam os seus Stop Loss, de modo que é comum se ver, um papel caindo e de repente dá um salto de -3, -4% ou mais; devido aos Stop Loss e móveis programados. Hoje mesmo, 20/10/2009 vi isso acontecer com BVMF3, que em menos de 1 hora de pregão saltou para -9,5% com um volume monstruoso.

4. Estipular seu Target
Você pode usar tanto um valor normal, quanto um Stop Gain. Para estipular seu target, por exemplo, você pode usar a idéia de ter 0,22% de lucro por dia, ou 4,96% no mês. Aí você equaciona como estipular esse valor de venda, de modo a levar em conta todos os custos com taxas, custódia, corretagem, emolumentos, imposto de renda. E manda a vê.

5. Melhorar seu modelo
Com o tempo você vai aprendendo mais e aperfeiçoando seu modelo, de modo a ser mais preciso em garantir os momentos e pontos de venda e compra; de modo a buscar maximizar seus lucros e minimizar as perdas.

6. Aproveitar os mecanismos
A bolsa oferece muitas oportunidades, precisamos conhecê-las e saber usá-los. Uma delas é o mercado fracionário, ideal para quando você tem um pequeno capital. De modo, que dependendo das taxas, compense mais você usar o fracionário do que o lote padrão, até que você alcance uns R$ 5.000,00.

Outra coisa muito útil são Opções (no site da Bovespa tem um ótimo curso). No qual você, de fato, pode proteger suas aplicações (hedge) e mesmo alavancar seus lucros.

Assim com o tempo, quando você já tiver um bom dinheiro para ser aplicado fatiado. Você pode desenvolver uma outra estratégia mais segura, montando uma carteira de investimentos.

E por fim
Quando você define seus objetivos estipula um bom tempo e esquematize bem suas estratégias para se chegar a tal, você percebe que não é nenhum bicho de 7 cabeças, se tornar milionário e estabilizar financeiramente. E aí você percebe que jogar na Sena, sua probabilidade tende a zero, mas se você investir direitinho, com uma sólida estratégia, sua probabilidade tende a um.

Nem lá, nem cá.

Confesso que ultimamente tenho tido um pouco de decepção com os sites e blogs cristãos e adventistas – os mais famosos pelo menos. Vejo uma frieza e mornidão qual vejo na igreja. E destaco que grande parte dessa decepção foi por tais terem tomado uma linha de “noticiário” e “marketing virtual” como os seculares.

Notícias

Repare nos blogs, e verá que 90%, senão mais, se trata de reproduzir sobre conteúdos publicados na Internet, em sites como Folha.com, Estadao.com, G1.com, entre outros. E pegam essas noticias do mundo, e comentam em cima, fazendo alguma critica, e em geral, essas criticas tem, por principais esses objetivos:

1. Mostrar que o critico [blogueiro] não é burro, e sabe muito bem o que está acontecendo;

2. Quando é algo, que supostamente contradiz o que o blogueiro crê, então ele ficava fazendo tiradas (muitas vezes, cheio de sarcasmo), ou colocando considerações do tipo: “O que eles afirmam é especulação, ou equivoco; ou nossa explicação também tem um bom argumento; ou, o argumento do cara é incoerente; entre outros...”

3. Atrair fama e publico.

E as noticias preferidas são as relacionadas com: Tragédias, noticias sensacionalistas (que normalmente sai nos sites já mencionados), evolucionismo e crenças.

Quanto a tragédias, tudo aquilo que for evento da natureza que alguém morre, como furacão, terremoto e por aí vai. Eles colocam sempre associando isso para aquele “alarmismo de tempo do fim” (São os últimos dias! As dores do parto!). Ligando isso as profecias, dizendo: “Está vendo isso? Cristo vai voltar.” (bem, talvez outro dia eu venho fazer uma analise mais profunda sobre essa questão, e esse tipo de noticia-foco).

Noticias sensacionalistas é quanto a dar aquele teor – não só no titulo da noticia – como no conteúdo, daquilo que for noticia mais quente do momento e curioso. Coisas do tipo: “Prova do ENEM vazou” (o que isso tem a ver com o tema do site/blog?). E por aí vai. Além das imagens. Há até aqueles que gostam de colocar uma foto de “uma boazuda” para atrair leitores.

Evolucionismo: tudo aquilo que sai sobre ciência que fale sobre BigBang, evolucionismo, descoberta de um fóssil, datas (muito grandes) etc. Lá se tem a noticia – reproduzida de outro site – com os trechos selecionados. E os comentários do blogueiro tem o intuito de questionar, simplesmente, a validade daquela visão do atual paradigma cientifico naturalista (e fortemente aliado ao evolucionismo, ou melhor, a um sentimento anti-criacionismo). E no fim, deixa aquela idéia: “Isso se encaixaria muito bem na idéia do criacionismo”.

O que falta?

Ao meu ver é o que mais falta. Pois tais lugares são massacrados por essas coisas, sem contar quando não é propaganda; seja de shows, eventos, produtos, imagem e coisas do tipo. Poderiam, talvez é um dever, publicar mais experiências. Contar mais sobre as próprias “experiências religiosas”, vamos assim dizer. Por exemplo, o que foi de novo que aprendeu ao abrir a Palavra de manhã; testemunhos que aconteceu no dia; como Deus abriu portas, janelas para conseguir conversar com outras pessoas naquele dia; entre tantos outros.

Trabalhar mais a idéia de que o blogueiro é um produtor, uma fonte de conhecimento, de experiências; ou seja, logo, ali se tem uma proposta, se propor, provocar os outros; ao invés de apenas pegar o que os outros falam, amassar com as mãos e jogar lá. Quanto a isso, encontrei alguns blogs como uma iniciativa do tipo. Contudo, o triste, foi notar que boa parte das pessoas vivem uma vida tão vazia, inútil, egoísta, e vã, que acabam por “não ter essas experiências”; são tão perdidas quanto a si mesmas, que nem tem o que propor.

Felizmente há esses poucos casos. Um em especial que acho muito interessante, é o caso do George Silva de Souza. Que pedalou pela América do Sul, e nisso, também aproveitava para fazer um “trabalho missionário” (em segundo plano, no mínimo) e que agora está com o Projeto Atlanta (de ir até lá pedalando); mas que vem contanto suas experiências no blog do Michelson Borges.

Outra coisa que falta é aquela forte abordagem teológica. Não de ficar tratando dos assuntos sensacionalistas, que de fato, já foram respondidos, no sentido de ficar muito bem claro a vontade de Deus, o ideal. Mas, por insistirem em ficar falando sobre isso, fazendo palestras sobre tal, dando sempre enfoque (nisso que atrás atenção); a coisa nunca chega a lugar nenhum! Mas sabe, pegando desde simples histórias na Bíblia, tirando lições dali, importantes – se propor – ao invés de também ficar reproduzindo o que um outro já falou em algum outro blog ou sermão.

Que tal para de pegar as lanternas dos outros para tentar iluminar os outros, ou tentar convencê-los que estão na escuridão; e encontrar (se é que tem) a própria lanterna, e ligá-la? Essa sempre foi a minha linha com este blog.

VBA - Contador de Acessos

Na empresa criou a necessidade de saber com que frequencia as pessoas acessavam alguns arquivos, reports, entre outros; para saber até onde era importante ficar perdendo tempo e espaço na rede com tais. Ai criei a seguinte macro para tal.

Obs.: Tudo deve ser feito dentro do mesmo módulo.

Public refacess As Integer

Sub Auto_Open()
'Macro para contar acessos de usuários aos arquivos.

Application.DisplayStatusBar = False

'Declarar variáveis
Dim nome As String
' Nome do arquivo aberto
nome = ThisWorkbook.name

' Abrir arquivo base
Workbooks.Open "G:\Users\Publico Geral\Controlling\cont_acess.xls" 'Crie anteriormente esse arquivo


' Data
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("A1").End(xlDown).Offset(1, 0) = "=NOW()"
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("A1").End(xlDown).Copy
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("A1").End(xlDown).PasteSpecial Paste:=xlPasteValues, Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False
' Hora In
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("B1").End(xlDown).Offset(1, 0) = "=NOW()"
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("B1").End(xlDown).Copy
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("B1").End(xlDown).PasteSpecial Paste:=xlPasteValues, Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False

' Usuário
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("C1").End(xlDown).Offset(1, 0) = VBA.Environ("username")

' Mês
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("D1").End(xlDown).Offset(1, 0) = "=MONTH(RC[-3])"
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("D1").End(xlDown).Copy
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("D1").End(xlDown).PasteSpecial Paste:=xlPasteValues, Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False

' Ano
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("E1").End(xlDown).Offset(1, 0) = "=YEAR(RC[-4])"
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("E1").End(xlDown).Copy
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("E1").End(xlDown).PasteSpecial Paste:=xlPasteValues, Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False

' Arquivo
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("F1").End(xlDown).Offset(1, 0) = nome

refacess = Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("F1").End(xlDown).Row

Workbooks("cont_acess.xls").Save
Workbooks("cont_acess.xls").Close

Application.DisplayStatusBar = True

End Sub


Sub Auto_Close()

If refacess = 0 Then
GoTo Fim
End If

' Abrir arquivo base
Workbooks.Open "G:\Users\Publico Geral\Controlling\cont_acess.xls"
Application.DisplayStatusBar = False

' Hora Out - Total tempo de uso
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("G1").Offset(refacess - 1, 0) = "=NOW()-RC[-5]"
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("G1").Offset(refacess - 1, 0).Copy
Workbooks("cont_acess.xls").Sheets("CONT_ACESS").Range("G1").Offset(refacess - 1, 0).PasteSpecial Paste:=xlPasteValues, Operation:=xlNone, SkipBlanks _
:=False, Transpose:=False

Application.DisplayStatusBar = True
Workbooks("cont_acess.xls").Save
Workbooks("cont_acess.xls").Close


Fim:
End Sub


_____________________



Para o arquivo onde ficará salvo os dados, você pode renomeá-lo, colocar em outro destino, contanto que mude o mesmo nas linhas de código. E o arquivo deve ter a estrutura e formatação como o da imagem acima.

Ali no contator da coluna J, eu apenas fiz uma funçaõ de cont.num().

Esse arquivo tem que ser um arquivo no qual todos os usuários tenham acesso para modificar e salvar. Pois essa a essência do motivo dele ser salvo numa fonte externa. Pois pode ser que a pessoa abra um arquivo mas que esteja protegido, e apenas pode ver como leitura. Colocando a macro, nele mesmo assim, será salvo seu acesso.

Contudo, há o problema de 2 usuários abrir esse arquivo ao mesmo tempo. Em 2 semanas, aqui, isso ainda não aconteceu, visto que a probabilidade desse evento acontecer também é pequena. E serão poucos casos. Mas devido a isso, já estou pensando em fazer um esquema para que isso vá para uma base no Access. Mas por enquanto, vai desse modo mesmo. Contudo, o código está feito para as minhas necessidades, tente adaptar a sua, na medida do possível.

Filme Presságio - Comentários

Ontem, foi um dia de fato estranho, tive um sábado excelente, maravilhoso; ouvi alguns extraordinários testemunhos, um deles de um carinha que participava de casa de Ubanda e que ali ele viu e conheceu vários artistas famosos, tanto do seguimento musical como o de mídia, mencionando alguns nomes; além de uma curiosidade sobre os “altares” e cerimônias que são feitos nos bastidores dos shows da Ivete Sangalo e do Zeca Pagodinho. Bem, domingo eu estava literalmente cansado e sem muita disposição para muita coisa, e alguns ocorridos me tiraram um pouco a vitalidade naquele dia. E já era tarde da noite, umas 23h30 e ao invés de ir dormir, fui assistir um filme com meu pai, “Presságio”.

Não estaria aqui comentando se o filme não tivesse me impressionado. Mas antes de nada, eu digo: “O filme é uma bosta, mas a trilha sonora é incrível!”. Contudo veio aqui destacar vários fatos, os quais me impressionaram:

1. Carreira de Nicolas Cage
Ultimamente que tipo de filme e personagem esse ator não tem feito? "Um Estranho Vampiro", "O Beijo do Campiro", "A Lenda do Tesouro Perdido", "O Senhor das Armas", "O Sacrificio", "O Vidente", “Cidade dos Anjos”, “Cavaleiro Fantasma”... Filmes que tratam de idéias de conceitos “espirituais” (vamos assim dizer) e mistícos. Contudo sempre distorcidos, nunca biblicamente. Até que agora, tivemos Presságio, e ao meu ver, esse foi o campeão.

2. Uma rapisódia
Para quem não assistiu, o filme trata da idéia de “fim de mundo” e que alguém profetisou isso. Dessa vez foi uma menina em 1959; é que só 50 anos depois, Nicolas Cage, decodificou (interpretou) seus números e entendeu a profecia iminente, ao cofre celado ser aberto e a carta chegado a ele. Ao mesmo tempo que para isso a ação de seres extraterrestre (os alienígenas) e até ufanismo, com uma espécie de “máquina voadora”.

3. O Livro Selado
No filme vemos a cópia da idéia que vemos no livro de Daniel (cap. 9 se não me engano), no qual o livro, aquelas profecias, seriam fechadas, ninguém entenderiam, perceberia e tals; até que ele fosse aberto. No livro de Daniel, na Bíblia, temos a profecia numérica de quando isso aconteceria (e que já ocorreu, de fato). Mas no filme é simplesmente dado como 50 anos. A garota enquanto escrevia os números, sua professora olha (e não entende nada), o livro é enterrado, aberto apenas 50 anos após; até que alguém olha para aqueles números, compara com o que já aconteceu, e por mais cético que fosse, fica assutado diante da precisão dos fatos, pois considerar “coincidência” soa loucura. Então Nicolas Cage vai procurar pela confiabilidade daquelas informações (cartas); até que ele testemunha – ocular – um acidente de avião próximo a ele, e morrem pessoas, conforme foi a predição dos números. Aí ele passa a crer.

Nota: De fato, estudar as profecias bíblicas, verificar as datas e eventos, é algo que impressiona a muitos, e uma das coisas que mais destrói o ceticismo das pessoas quanto para tal.

4. Visões
No quarto em que o menino dormia, chega um ET falando com ele, e nisso lhe dá uma visão; e com o garoto consciente. Ele olha pela janela, e vê as florestas e animais correndo enquanto pegavam – todos – fogo. Assim como encontramos na Bíblia, apesar de algum ter tido visões quando dormiam; mas estavam conscientes do que acontecia, do que viam. E o interessante é que “a profecia não foi dada por vontade humana” (como diz a Bíblia); o garoto não pediu, eles (ETs) foram lá e lhe revelou.

5. Os homens que sussurram
Na Bíblia sempre temos essa idéia de Deus falar a mente das pessoas. Ouvir a voz de Deus e tal. Apesar do filme ter trazido a idéia mas num sentido “auditivo”, a intenção da idéia a mesma. E esses seres persistiam, tentavam convencer, dizendo que eles podiam ir com eles, mas que era eles que deviam escolher. Ou seja, eram seres que respeitavam o livre-arbitrio das pessoas para que elas escolhessem; não faziam mal, até mesmo, de certo modo, protegia. Ou seja, figurando o papel “dos anjos bons”.

6. O mundo que é consumido pelo fogo
Na Bíblia temos a profecia de que a Terra seria purificada não, novamente, pela água – como ocorreu no Dilúvio (no qual teve a arca e apenas Noé e sua família foram salvos) – mas por fogo. Claro, na Bíblia, a profecia diz que as pessoas “morreriam” com e pós a volta de Jesus, deixando a Terra deserta, e que futuramente, ressuscitariam, reconheceriam todos os seus erros, e então a Terra seria purificada com fogo (onde todos queimariam e seriam destruídos para sempre); mas que depois a Terra seria recriada como o plano original do Éden, para os salvos viverem. Ou seja, o filme pegou uma idéia, a de queimar, (um pouco daquela visão de destruição e idéia de inferno até), e como é conveniente, colocou uma idéia que “os seres salvadores” vieram salvar alguns, da destruição da Terra pelo fogo; não traz nenhuma idéia de Terra purificada. Além de colocar as pessoas numa perspectiva que “todos são vitimas”, pois ninguém tiveram coisa alguma para com o sol soltar aquela língua devastadora, e nem mesmo sabiam desses seres, etc, apenas o Nicolas Cage. A idéia do religioso é ainda vista como um “ignorante” no filme, figurado pelo pai de Cage que é um pastor; já o Cage, que ouve professias de videntes, que tem visões de seres (entenda como ETs ou espíritos... o que na Bíblia é de fato diferente, de quando alguém se encontrava com Deus ou algum dos seus anjos), ou seja, dando uma idéia também de pessoas espíritas; que era ele, no fim, o único que entendia algo.

7. Os escolhidos
A Bíblia diz que os escolhidos seriam salvos, mas não numa idéia de que você está destinado ou não a ser salvo, e que não há o que possa fazer e será salvo. Cage no final implora para os seres levá-lo também, mas nem falam com ele, pois ele não era um escolhido. Numa idéia que até mesmo, podemos dizer que ausenta da pessoa totalmente a culpa. E aqui há uma questão teológica muito importante; pois, implicitamente, há uma sugestão de considerar como a destruição dessas “pobres criaturas incrédulas e ignorantes” como um juízo injusto. Sendo que na Bíblia vemos o convite sendo feito a toda humanidade, a cada tribo, língua e geração; além de que todos devem tomar conhecimento e consciência clara do que há por vir, e de que cada um irá decidir a qual senhor, qual caminho seguir. E como no filme mostra, apenas esses selados são os que são salvos, resgatados. E ao mesmo tempo, esse modo secreto de resgate, nos faz uma alusão a uma outra idéia anti-biblica quanto a volta de Jesus, que algumas denominações pregam, o arrebatamento dos salvos.

8. O Sol se aqueceria
Uma das profecias bíblicas para os últimos dias é essa. Se não me engnao, diz que aqueceria 7x mais. Não sei se isso seria no próprio Sol ou no calor na Terra, se for no calor da Terra, e literalmente esses 7x, e não apenas figuradamente apenas para indicar uma intensidade. Mas no próprio filme, antes do evento final acontecer, o sol fica quente, há uma onda de calor muito forte, o que deixa claro, quando Cage liga para o seu pai e diz que “esse calor não foi casual”, que não passaria, mas que aumentaria. Ao mesmo tempo, a profecia diz que as pessoas clamariam para que as pedras caíssem sobre eles, para que cobrissem da face de Jesus (no seu retorno); no filme, as pessoas correm como loucas, para os subsolos, porões, metros, cavernas, numa ultima esperança de sobreviver.

9. A Terra fica deserta s/ vida
O período conhecido como Milênio na Bíblia, no qual a Terra ficaria deserta, sem vida; apenas com Satanás nela, sem ter o que fazer. É o que acontece implicitamente no filme. O milênio nem Satanás foi mostrado, mas Cage dizia que ninguém sobreviveria, pois o fogo do Sol destruiria mais de 1km de profundidade a Terra. Logo o fogo destruiu tudo, deixando cidades em ruínas, matando todo mundo; e certamente, sem vida ficou após isso.

10. Estado de transe
A própria Ellen G. White ficou em transe em alguma de suas visões; não me recordo desse detalhe de algum caso especifico na Bíblia. Mas no filme na hora que as crianças começam a “profetizar” elas ficam em transe, quase como se não tivessem controle sobre si e estivessem desligados da realidade. Como acontecesse com o garoto quando continua a escrever sem caneta ou a escrever com as unhas na mesa. O que também, já vemos uma mistura no filme, no qual, nos traz mais uma idéia de uma pessoa sendo possessa por um espírito, demônio, do que algo do outro lado. Ou seja, implicitamente, o filme sugere “de quem” vem a profecia? E para aqueles que estão mais familiarizados com a questão e a Bíblia, compreendem com o filme sugere que a profecia vem “dos espíritos adivinhos”, de possessões demoníacas. Pois Deus nunca fez as pessoas perderem o autocontrole, consciência e ficar unhando palavras; mas sim, coisas do tipo e semelhantes vemos quando a referência muda para o outro lado (anjos caídos).

11. Seres de luz
Anjos de luz, assim a Biblia os identifica. Eles podem trocar e tomar formas diversas, inclusive de luz. E o filme deixa isso bem claro. Primeiro quando o ser imite uma forte luz azul pela boca (quase como um golpe de Anime); depois no final, quando trocam a forma humana por uma de luz (o que também fez lembrar dos mesmos seres do filme Indiana Jones – filme qual no 1, 2 e 3 se envolvia com temas bíblicos e a busca pela arca do concerto, e que no ultimo recente filme é ufanista.). Esses seres aparecem de repente, sem avisar, e parecem sempre estar presentes, sabendo de tudo o que ocorre com eles. (como no carro quando as crianças falam para a mulher que eles sabiam onde estavam). E no final, quando sobem para a “máquina” (as carruagens de fogo, segundo o filme – para os entendidos da questão) a luz deles desenha pares de asas meio transparentes. Além de esses seres não terem uma forma que defina o sexo, mas serem – pelo menos as curvas dos corpos – semelhantes ao dos homens e um pouco mais altos. Logo, o filme deixa claro que se trata de anjos.

12. “Eis que vem com as nuvens”
A profecia da volta de Jesus diz que vem com as nuvens para resgatar os salvos. O filme fez o mesmo. No final, a “máquina de luzes”, veio cheio e rodeado de nuvens, fazendo uns efeitos diferentes e estranhos na imagem do céu. Contudo aqui há outra grande questão teológica importante. Na mesma profecia, a Bíblia diz que “todo o olho O verá”, Jesus não voltaria em pontos isolados da Terra (mas como o relâmpago que corta do oriente ao ocidente), seria um só, uma coisa só, e TODO MUNDO veria, seria testemunha ocular. Diferente do que mostra no filme, que foi em pontos isolados da Terra, e até mesmo secretos. E para quem conhece mais a fundo tais profecias, sabe que antes da verdadeira volta de Jesus, Satanás irá simbolizar , fingir, contudo, ele irá aparecer em “pontos isolados da Terra” (aqui e ali). Ou seja, o filme já, de algum modo, está induzindo a idéia na pessoa, que os “ETs salvadores” iriam aparecer em pontos isolados da Terra, fazendo sinais e prodígios estranhos e “sobrenaturais” [sic], que são anjos, e que, algumas vezes, “baixam nas pessoas” deixando-as possessas. – Bem, acho que não preciso dizer mais nada.

13. Os resgatados
Eles fazem uma viagem pelo Universo, e vão para um outro planeta. Que possuem uma “grama diferente, alienígena”, uma Lua diferente; mas que é belo. Contudo, meio que eles são jogados lá. (o que soa muito estranho, pois não parecia haver muito afeto na relação dos alienígenas). E ali, as crianças saíram correndo saltitantes e felizes, sem um pingo de ressentimento ou saudade dos seus pais. [‘Já ouvi essa história antes.]

14. Um Novo Lar
Essa cena final do novo lar é a declaração do produtor do filme de que se trata sim das idéias das profecias bíblicas. A música [logo comento sobre ela] nesse trecho traz uma idéia parecida, equivalente, com a 9ª Sinfonia de Dvorak, “The New World”. Especialmente quando aparece a “Arvore da Vida” (a qual a Bíblia refere que os salvos iriam comer no “Novo Lar”), uma arvore branca, majestosa, no alto de colina. A qual é afirmada ser a da Arvore da Vida, pois é exatamente isso o que a música começa a falar nesse momento, mostrando idéias claras de algo divino, vida, dinâmica, luz, energia, vitalidade.

15. Os loucos
Com a perspectiva de fim de mundo, as pessoas ficam loucas, se comportando como animais, indomáveis, sem lei, sem espírito social. Até atacando umas as outras. Querendo se afugentar em baixo da Terra, nas cavernas, porões, metros, esgotos. Contudo, as profecias bíblicas, revelam que de fato, nesses últimos momentos as perspectivas seriam um pouco diferente, que essa loucura aconteceria, mas que as pessoas perseguiriam os salvos, pois imaginam ser elas a causa de toda a desgraça.

16. O debate
No inicio do filme, o renomeado cientista Nicolas Cage está fazendo um debate – contudo simples – com sua sala de aula, mais sobre filosofia da ciência. Confrontando as idéias de “Design Inteligente” e de “Casualidade” [Criacionismo X Naturalismo Filosófico (evolucionismo e BigBang entram na parada também)] e se posicionando claramente como alguém que acredita na casualidade, que não houve planejamento, projeto, nem razão, nenhuma em de que tudo se encaixasse tão bem no Universo para que o homem existisse, ou seja, que não havia qualquer propósito na vida. E no momento ele fica meio perdido nos pensamentos, e a música traz aquela idéia questionadora: “Qual o meu propósito aqui então? Por que estou vivo? Por que sei dessas coisas? Por que amo? Por que raios estou dando essa aula? Se nada tem propósito... então nada disso tem valor.” Mas depois, o filme, deixa mais claro, dizendo que ele se revoltou “com a idéia”, quando perdeu a mulher e que não sentiu, nem pode prever de nenhum modo aquilo.
17. Ecomenismo
Aproveitando também o momento do forte apelo ecomenico mundial. O filme faz disso algo sutil, apenas para dar um gostinho. Pois o filho do cara, logo decide se tornar um vegetariano (não é uma atitude nada comum de uma criança norte-americana); e tanto ele, quanto a outra garotinha, são fissurados por animais, e no final eles pegam 2 coelhos. E aí se tem um apelo e sugestão de amor para o meio-ambiente e a natureza. A enfase foi tão pouca nisso, que talvez tenha tido influencia minima nas pessoas. Mas é interessante sempre lembrar do presente relacionamento que ocorre entre Ecomenismo e Ecumenismo.
18. O Profeta
Na Bíblia encontramos claramente que os profetas eram homens santos de Deus, não era qualquer um. Diz também que no ultimo periodo da Chuva Serôdia, crianças profetizariam. E vejam só, quem escreve as profecias e que tinham visões eram crianças (no filme). E quem as interpreta? (veja o caso de Daniel, José e tudo mais). E no filme? Bem, é um homem que estava sem sono a noite, tomando umas bebidas alcoolicas, cético, que não gostava do cristianismo, Deus, religião.

A Trilha Sonora
O filme não é daquele que faz sucesso, não aparece cena de sexo nem de nudez, apenas próximo do final a mulher aparece num traje mais intimo e que exibi mais suas curvas, sugerindo um pouco a idéia de talvez que iria brincar com o Cage, no talvez, última noite de vida. Mas não, ela se deita com a filha. Não aparece assassinatos, Cage até empunha uma pistola, mas não dispara 1 tiro, no máximo bate com um bastão de basebol numa arvore. A maior ação em si, fica pelo avião caindo, no qual eu considero um dos melhores efeitos sonoros e especiais que já vi (nessa hora minha mãe até acordou, sendo que o volume estava baixo); mas o modo como as pessoas corriam, e tals, pegando fogo, parecia mais um jogo de Playstation do que realidade; me lembrou o jogo Carmagedom quando você jogava fogo nas pessoas e elas saiam correndo – ficou uma cena tensa, mas nada muito horrível.

Contudo afirmo, se você ficou tenso, concentrado, quase em transe, e sempre com teor de suspense e por ai vai; foi graças a trilha sonora. Não sei quem compôs aquelas músicas, nem qual orquestra interpretou; mas foi extraordinário. É engraçado como as pessoas não reparam isso nos filmes; mas teve até solo de fagote e trompa, e as harmonias um pouco góticas feitas quando apareciam os “seres que sussurram” sempre sugeriam algo mais sobrenatural e angelical. E o suspense e tensão que a ora a música provocava era preocupante. Houve certos momentos do filme que deixe de prestar a atenção nele e voltei-me totalmente para a música, e foi uma luta controlar meus sentimentos e emoções em alguns momentos, para que a música não se impusesse.

Minha maior tensão foi a música mesmo. Lutar contra a imposição sombria e maligna que ela faziam; colocando muitas vezes um toque de harmonias graves sombrias, com órgão e tuba, talvez com trombones, fazendo algum semi-tom dissonante, entre p e ppp; era quase torturante. E houve um momento, que as madeiras, começaram a varirar (dinâmica) uma nota longa que mais parecia arranhar um quadro negro bem devagar e incessante, enquanto isso as cordas fazendo algo que pareciam as “risadas infernais” que vemos no “Firebird - The Infernal Dance” de Stravinsky. A forma como ela sugeria era sim preocupante até assustador [isso que eu não me assusto nem tenho medo de filmes de terror].

Naquele momento pensei em como Satanás promovia suas mensagens. Naquele filme, o enredo era a música; era ela que convencia o expectador de que havia um teor de realidade no filme. Por mínimo que seja, aquilo afetou um pouco meu pai, no final ele comentou sobre a questão do aquecimento do sol. Ao mesmo tempo, que encontramos muitas pessoas por ai que acreditam em videntes, profecias não de acordo com a Bíblia, em espiritismo, ufologia, essa coisa que a Terra vai ser destruída. Ou seja, através da música as pessoas estão sendo convencidas, ou pelo menos “abertas” para todos os ingredientes do bolo, do grande engano de Satanás. E nem se dão conta disso. Alias, de certo modo, a maioria, conscientemente são surdas para com a música, não conseguem interpretar (aquilo que é sugerido e até imposto), não reparam seus efeitos. Assistem vários filmes, que são musicas mais voltadas para o erudito, sinfônico, orquestras; aí as pessoas dizem ter gostado muito do filme, mas quando você convida para ir num concerto, dizem “não gostar daquilo”, e que pouco escutam, ou nunca escutaram esse tipo de música.

No filme, nos momentos dos “seres especiais”, a música nunca os interpretavam como um anjo de Deus, de bem, de fato é sua presença, cheia de paz, bondade, graça, amor, ao mesmo com tamanha santidade e amor de modo que pode sim nos encher de um pânico no qual nos vemos como “pecadores”. Mas sempre como seres com malignidade, intenções desconhecidas, tenebrosas, sinistras e excitantes. Ou seja, a presença dos anjos caídos (os demônios, Satanás (diabo)); e no enredo musical do filme, procurando nos convencer de seguir e a não ter medo desses seres, em seus propósitos, aparições, quando “endemoninham” as pessoas, os deixa em transe, se tornam formas estranhas e até mesmo assustadoras, fazendo sinais no céu; e ainda sugerindo que eles, são os únicos que podem nos salvar da destruição iminente que virá (por fogo) sobre a Terra.

Também pensei se fosse o músico que tocasse trompete em tal orquestra. E conclui que certamente não conseguiria interpretar, tocar essa música, feriria todos os princípios que sigo assim como a minha consciência. Qual será a própria reação e atitude dos músicos que a fizeram e tocaram? Até quando se sentiram perturbados?

Mas o fato é: Estamos cada vez mais vendo o espiritismo, ufologia, idéias e profecias bíblicas distorcidas e a idéia de “fim da humanidade”; nas telinhas do cinema. O terreno está sendo preparado, a mente das pessoas estão sendo preparadas. E ninguém, nem elas – pelo menos é o que parece – está se dando conta disso.

E por fim, esse filme desconsidera totalmente a Bíblia é isso o que ela sugere musicalmente; a única parte que há algumas idéias mais bíblicas na música, é no final, na arvore da vida; contudo, com um certo teor de ateísmo, algo um pouco puxado mais para o uma idéia de espiritismo e “além”, do que de Cidade Santa, e o Criador. Também, há um sugestão implícita – que talvez seja não-proposital e absurda – de quando o Cage morre com sua família, 3 pessoas unidas (alusão a trindade?), mas representa a família sendo destruída; os filhos se separando dos pais. E “o provocador“ do juízo sendo posto em cheque como o culpado e carrasco. Apenas “nesses Ets” (anjos caídos) há alguma esperança de livrar-se dessa condenação. E lembre o religioso é dado por ridículo e sem crédito no filme, na figura do pai, o pai do protagonista (o que tenta ser o salvador – como no metro) (o pai do suposto salvador (mocinho) morre, junto com eles e a mãe que gerou o filho). As profecias bíblicas nem são mencionadas explicitamente, já aos números (numerologia, astrologia, búzios, taro, códigos da bíblia) é a única revelação, confiável e com crédito.

Só não enxerga quem não quer, ou quem está cego. Pois é muita coincidência, não acha?

“Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na Terra?” – Lucas 18: 8

“Por isso a maldição tem consumido a terra; e os que habitam nela são desolados; por isso são queimados os moradores da terra, e poucos homens restam.” – Isaías 24: 6

Lúcio Anneo Sêneca

Terça-feira a noite e encontro um livro perdido no IME e pego-o. Bem, comecei a lê-lo e logo fiquei preso a tal leitura, não conseguia parar de devorar o pequeno livro "Sobre a brevidade da vida", de Sêneca. Fora que o tema do livro muito gira em torno do livro que estou escrevendo. É um livro incrivel, é de lembrar muito a Salomão, principalmente em Eclesiaste e um pouco de Provérbios quando fala da sabedoria. Mas o que mais me intriga é ele falando de um ponto de vista -aparentemente temporal - pagão (porém, parece mais um cético), sobre a própria temporalidade; isso é incrivel. Pois ele até mesmo acaba se auto criticando, assim como aos lideres da época, assim como a quem a carapuça servir, e que certamente cabe a maioria dos homens de hoje.

Quando a Sêneca (4 a.C.? - 65 d.C.), filósofo, ele viveu nos primódios do primeiro ano da era cristã, foi o principal conselheiro de Nero; porém, creio eu que não chegou a ter contato com os cristianismo. E agora, disponibilizo ao leitor dos curtos capitulos que falam sobre os 2 tipos de pessoas, os 2 modos de vida (onde um na verdade é estar morto-vivo); e deixo ao leitor as reflexões pertinentes.


Cap. XV

Nenhum deles [Zenão, Pitágoras, Demócrito, Aristóteles, Teofrasto e outros grandes sábios] vai te levar para a morte, todos te ensinarão a morrer; nenhum deles desperdiçará teus anos, te oferecerá os seus; nunca a conversa com eles será perigosa, nunca a amizade será fatal, ou o respeito dispendioso. Conseguirás deles tudo que desejas; eles não serão culpados, se não conseguires exaurir aquilo o que querias. Que felicidade, que bela velhice terá aquele que se propuser a ser cliente deles! Este terá com quem dialogar sobre as menores e maiores questões, a quem consultar todos os dias sorbe si mesmo, de quem escutar a verdade ser ser ofendido, e será louvador sem adulação para que se possa moldar à sua semalhança. Costumamos dizer que não está em nosso poder escolher os pais que o destino nos deu; porém, podemos ter um nascimento de acordo com nsosa escolha. Há famílias dos mais nobres espíritos, basta escolher a qual delas desejas pertencer e receberás não apenas o nome, mas também os bens, os quais não precisarás vigiar de forma miserável e mesquinha, pois quanto mais forem compartilhados, maiores se tornarão. Estes te levarão ao caminho da eternidade, te elevarão ao ponto mais alto de onde ninguém corre o risco de cair. Esta é a maneira de prolongar a vida, ou mesmo de transformá-la em imortalidade. As honras, os monumentos, tudo aquilo que a ambição decretou ou construiu com trabalhos logo há de ruir, uma vez que não existe nada que a passagem do tempo não arruíne ou ponha em desordem. Porém, não pode atingir os conhecimentos que a sabedoria construiu, pois nenhuma idade pode destruí-los ou diminuí-los. A próxima e as seguintes sempre vão aumentá-los mais um pouco, já que a inveja avista apenas o que está próximo de si, e admiramos com menos astúcia o que está distante. Assim, a vida do sábio se estende por muito tempo, ele não tem os mesmos limites que os outros, é o único que não depende das leis do gênero humano, todos os séculos o servem como a um deus. Algo se perde no passado? Ele recupera com a memória. Está no agora? Ele desfruta. Há de vir com o futuro? Ele antecede. A união de todos os tempos em um só momento faz com que sua vida seja longa.

Cap. XVI

Muito breve e agitada é a vida daqueles que esquecem o passado, negligenciam o presente e temem o futuro. Quando chegam ao fim, os coitados entendem, muito tarde, que estiveram ocupados fazendo nada. E por que invocam a morte, não se pode provar que tenham vivido uma longa existência. Sua imprudência atormenta-os com sentimentos incertos, os quais direcionam para as próprias coisas que temem: desejam a morte porque ela os amedronta. Não é argumento para nos levar a pensar que desfrutam de uma longa vida o fato de, muitas vezes, acharem que os dias são longos, ou reclamarem de que as horas custam a passar até o jantar, pois, se estão sem ocupação, sentem-se abandonados e inquietam-se com o ócio sem saber como dispor do mesmo ou acabar com ele. Assim, desejam uma ocupação qualquer, e o período de tempo entre dois afazeres é cansativo. E, certamente, é isso que acontece quando o dia do combate dos gladiadores é marcado, ou quando as aguarda qualquer outro evento ou espetáculo: desejam pular os dias que ficam no meio. Toda a espera por alguma coisa lhes é penosa, mas aquele momento que aspiram é breve e passa rápido, tornando-se muito mais breve por sua própria culpa, pois transitam de um prazer a outro sem permanecer em apenas um desejo. Seus dias não são longos, mas insuportáveis. Ao contrário, nos braços das prostitutas, ou entregues a bebedeiras! Talvez daí resulte o delírio dos poetas [Desde Platão, os poetas são criticados] que alimentam os erros dos homens com histórias nas quais se mostra Júpiter, embevecido pelo desejo do coito, duplicando a duração da noite. De que se trata, senão de exaltar os nossos vícios, já que os encontramos nos deuses e vemos na divindade um exemplo de fraqueza? Podem estes não achar muito curtas as noites pelas quais pagam tão caro? Perdem o dia esperando a noite; a noite, com medo da aurora.

5ª Sinfonia de Tchaikovsky

Foi mais ou menos por volta de abril ou maio que ouvi pela primeira vez a 5ª Sinfonia de Tchaikovsky. E já na primeira vez eu fiquei impressionado, principalmente com o quarto movimento - recordo de ouvi-lo várias vezes seguidamente. E de lá para cá eu escutei bastante todas as sinfonias dele, principalmente a Manfred e a número 6. E após falar sobre a 4ª Sinfonia, já me comprometi em falar sobre a 5ª – talvez eu acabe falando sobre todas.

Para não ser precoce, fiz questão de ouvir várias e várias vezes esta sinfonia. Mas sabe, hoje eu digo que ela me decepcionou. Talvez, ela só seja conhecida por causa do nome do autor. Parece que não foi feito direito, está mal acabada. Ela é cheia de um “improviso” marcante, sempre providenciando uma saída e uma nova entrada do tema; tema este que está sempre presente na música, do inicio ao fim. Assim, não tem prende, o enredo é ruim.

Não sei se foi uma interpretação muito ruim, sem vida e animo da orquestra. Mas você a ouve e não fica reparando muito, ela não te prende muito a atenção, se torna até um pouco chata. Pois muitas vezes parece que não anda, é meio sem sentido; as coisas ficam meio “sem nexo”. Você pensa: “Por que ele fez isso? Não tem nada a ver. Não precisava. Foi muito rápido. Pulou etapas.” E parece que há alguns anúncios e coisas mais “fortes” e encantadoras, como umas repentinas entradas dos metais no quarto movimento, que parecem serem colocados apenas para chamar a atenção, e para dar aqueles momentos fortes de metais (que é sempre comum nas obras do autor). Contudo, ela me pareceu muito gritada, alta; não se vê muito um dobrado, uma marcação, uma ênfase dos graves, tem hora que você se pergunta: “Onde estão os contra-baixos?”; não parece haver complexidade e calor, mas frio; mesmo, quando levado pela histeria em alguns pontos.

Mas chega de falar mal. O que mais me atrai é o tema, e como diversas vezes ele é tratado; tema qual é mostrado por aquelas 11, 12 notas, desde o primeiro movimento ao último. No primeiro, é algo mais escuro, sombrio, triste, fossa; mais duro e difícil (dando um pouco a cara da 4ª sinfonia). Mas cresce no decorrer da música. No segundo movimento há uma bela orquestração, algumas melodias trabalhadas de forma muito bela que até parece ser outra música – talvez, a parte mais bem trabalhada da música.

O que me impressiona são alguns particulares momentos, alguns trechos de 2 ou 3 minutos, ou menos do que isso, de forma como esse tema é trabalhado no quarto movimento. De certa modo, posso dizer que não gostei nem gosto da música. Mas Tchaikovsky, conseguiu expressar esse tema de forma tão grandiosa e expressiva, que se monstrou pequeno e incapacidade para tratar dele, e me faz lembrar um pouco a 9ª Sinfonia de Dvorak [no último movimento]. Esse tema trata uma idéia comum a todos os homens, que é aquela idéia da dificuldade, da pressão, da dúvida do tipo “Por que continuar a me sacrificar, insistir? Por que continuar a lutar assim pela a vida?” Lembra um pouco a quarta sinfonia, mas é paralelo. Traz muito aquele enfoque da tristeza, do desanimo, do desamparo, do se dar por derrotado; isso fica absurdamente claro no primeiro movimento. Mas essas notas terminam com um teor de insistência, de heroísmo, de virilidade, de não desistência – “Agüenta aí.”, “Mas continuo a insistir e viver.”, “Ainda insisto em não abaixar a cabeça.”. E isso vai crescendo durante a música até que chegamos no quarto movimento, e temos quase que um odre à alegria; tendo-se a certeza, o triunfo (quase que marcial) de que não irá se entregar a tristeza, a melancolia, ao abandono; mas pelo contrário, a situação e essas coisas são encaradas por um olhar heróico, determinista; é um comprometimento de “Vou parar de ficar chorando. Estou carregado de coragem e irei lutar com toda energia, vontade, forças, dignidade.” Estou tentando encontrar as palavras certas, mas é difícil, pois são expressões e termos, meio que nessa linha de sinônimos, mas que só consigo ler musicalmente, não encontro palavras no meu pobre vocabulário – talvez se fosse poeta.

Algo que vi na Internet, que talvez fale por si sobre esse tema, ocorreu na Inglaterra na II Guerra Mundial, em 1941. Não me recordo o nome da cidade e tal. Mas a população estava ficando fortemente abatida pelos males da guerra, então pediram para a orquestra tocar algo para elevar o ânimo dessas pessoas. E ai eles tocaram essa música, e dizem que durante o concerto a cidade começou a ser bombardeada. E ao invés de todos saírem correndo para se protegerem, continuaram até a última nota.

É um virtuosismo épico o tema no quarto movimento dessa música. Faz até lembrar dos 300 de Esparta, onde os 300 até riam das centenas de milhares de medo-persas, na passagem de Temópilas. Porém, foi um pouco frustrante como que encerrou a música. Foi o que falei no inicio, Tchaikovsky foi insulficiente, foi leviano, para compor essa música e tratar desse tema. Talvez, é a música onde se vê a fraqueza desse compositor extraordinário; tanto é que na 6ª Sinfonia ele muda totalmente; essa linha que vinha sendo desenvolvida desde a primeira, e mais claro na quarta e quinta. Talvez, quase que um fracasso; se não fosse por alguns pontos e momentos da música.

O que eu diria ter sido a grande falha, é que ficou com uma cara muito precoce e rápida, no sentido de apressada. E nisso parece que cortou um monte de partes, deixou de desenvolver mais a fundo, diminuir o tempo em alguns trechos e pensar muito em alguns pontos, ligar melhor as partes, dar um acabamento mais perfeito. Pois, apesar de ter em torno de 45 minutos, parece é que se está correndo para o final e para acabar logo; ai parece ver um filme todo cortado, mas tanto que as partes não mostram muita ligação e sentido. Talvez, Tchaikovsky tenha perdido a linha, ou a noção e idéia do que realmente fazer durante ela, e pensou assim: “Vamos preencher e terminar logo essa música.” Bem, mas se formos trabalhar a idéia de reter o bem, eu diria que essa música me marca muito, e que eu sempre penso, inclusive nela mesmo, é desse tema, de sua melodia, de suas 11 ou 12 notas; foram tais que salvaram essa música e que ainda nos fazem dizer: “Tchaikovsky apavora!” E o tema ecoa em nossas vidas, dizendo: “Ir avante, e com coragem. A dificuldade não é suficiente para te tragar.”

Tecnologia: Rumo dos Tradutores

Faz já 1 ou 2 anos que vi um documentário no qual representantes da Google anunciavam que em breve acabariam com os problemas de traduções em todo mundo, através da internet; assim como a grande lógica atribuida hoje às pessoas cursarem idiomas logo se tornaria sem sentido, e assim, haveria uma imensa queda na demanda por cursos de idiomas.

Bem, quanto a isso, tivemos grandes avanços na Internet nos últimos tempos. De modo que de modo isolado, temos ferramentas interessantes:

1. Tradutores
Hoje há vários sites com está ferramenta, que traduzem não apenas palavras, mas frases, expressões, sites, entre outros. Inclusive o próprio Google possui um. Logo o mecanismo de tradução hoje já não é um problema; o qual está sendo aprioridade para se ter os melhores significados quando se lida com questões de semantica e figurativos.

2. Reprodutor de Palavras
Destaco um interessente aplicativo que rescem chegou ao meio e-mail, http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php
Este aplicativo, pega as palavras que você digita e a pronuncia (acredito que por um algoritmo que tem por base a essência da pronuncia que são os fonemas) e em diversos sotaques de idiomas diferentes.

Logo, unindo o 1 com 2. (o que não é nada dificil). Já temos um mecanismo de pronuncia de modo a lidar-se com o falar em outros idiomas.

3. Decodificadores de Timbres
Já há programas na Internet disponiveis para download, mais usados para brincar, que ele grava timbres e converte sons para tal timbre. Logo, nessa perpectiva, associando com o 1 e 2, e teriamos um mecanismo que basta nós digitarmos algo, e ele reproduziria como se nós falando e em outro idioma; com o nosso timbre. E - por que não? - com o nosso sotaque (ver caso 2).

Logo o grande viés de enviar o código (do mensageiro) já temos todas as soluções no sentido tecnologico para se traduzir com qualquer pessoa de qualquer idioma, sem nunca ter feito um curso de idiomas.

Porém, o grande problema ainda está na parte B, que é o de receber a mensagem. Dizem que há programas no qual você vai falando, e ele automaticamente transforma em palavras. Parece que o Microsoft Word tem isso, mas eu nunca testei para ser sincero. Assim, apenas resolvendo esse problema, temos a solução completa.

Veja (clique) a ilustração abaixo:



O mais interessante é que toda tecnologia necessária para isso já se tem hoje! E sinceramente, eu não dúvido nem um pouco que há já softwares que façam isso. Mas imagine quando isso estiver automaticamente dentro do MSN, Skype, entre outros programas de comunicação?

Será o fim dos cursos de idioma? Creio eu que não, porém se tornará algo elitizado numa perspectiva de quem quer se aprofundar no idioma, numa visão mais academica; ou para serem tradutores, intérpretes, melhoradores dos tradutores. Além daqueles mais exigentes com o idioma, que gostariam de ler algo em inglês mesmo com os próprios olhos, ou mesmo viajar para algum local no exterior. Mas a demanda por esses cursos cairiam abruptamente. Aliás, algo a se pensar para quem pretende prosseguir carreira na área. Estamos próximos do fim, da grande confusão que houve na Torre de Babel.

Perspectivas Sombrias
Tratando-se de informação, haverá uma nova linha para os caluniadores, hackers entre outros agirem. Que será a idéia de roubar timbres entre outros, promover audios, vídeos entre outros colocando voz de outras pessoas, com coisas que elas não falaram; além de forjar provas para processos e julgamentos. Hacker uma conversa em tempo real, e mudar as informações. De modo que o Flano 1 diga: "Eu vou no banco Bradesco, espere-me lá.", o hacker modifica e chega aos ouvidos do Flano 2: "I going to 'Traffic Park', waiting-me there." E além de promover o desencontro, pode usar até mesmo para sequestrar a pessoa. Aliás, uma infinidade de opções surgem.

Logo, é necessário, ao mesmo tempo, um desenvolvimento de um forte mecanismo de defesa e firewall, para que a legetimidade da conversa seja total.
Bem, pessoa, pensem então quando essa tecnologia for tão desenvolvida de modo que este software seja acompado a aparelhos auditivos?